O Ministério Público Federal (MPF) reuniu, na tarde desta segunda-feira (21), representantes da Prefeitura de Ibateguara, da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh/AL) e do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) para discutir os danos ambientais provocados pelo lançamento irregular de efluentes no Rio Jacuípe, em decorrência de construções às margens do curso d’água.
Durante a reunião, coordenada pela procuradora da República Juliana Câmara, foi pactuado que o Município, em parceria com o IMA, deverá realizar um mapeamento completo das ocupações irregulares situadas na Área de Preservação Permanente (APP) ao longo do rio, com base nos pontos identificados em laudo pericial. O prazo para a entrega do relatório ao MPF é de 90 dias. A intenção é subsidiar ações futuras de recomposição da mata ciliar, após a realização de diagnóstico técnico detalhado.
Vista ampla de um rio de águas calmas que atravessa uma paisagem semiárida, com margens rochosas e vegetação esparsa. Ao fundo, há um conjunto de morros cobertos por mata seca. No centro da imagem, uma estrutura elevada com pilares sustenta uma edificação branca sobre o rio, provavelmente parte de uma barragem ou estação de captação. À direita, há pequenas construções e uma estrada próxima à margem. O céu está limpo e azul.











