Com o corte de R$ 812 milhões no orçamento, integrantes da Força Aérea Brasileira (FAB) dizem que o setor está em uma crise sem precedentes. O comando da FAB confirmou a redução nos investimentos e os efeitos são nítidos para quem está ambientado ao local. Devem ser afastados 137 pilotos e 40 aeronaves devem permanecer em solo.
Especialistas do setor afirmam que o impacto já é sentido. As principais consequências são a suspensão dos voos e ausência de suporte técnico, treinamento e cumprimento de missões estratégicas, além da continuidade de programas que ajudam a manter a defesa nacional.
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, já pediu a atenção das lideranças do governo e do Congresso para que recursos sejam destravados para o ordeiro funcionamento das Forças Armadas como um todo.
“A nossa frota vai envelhecendo. Daqui a pouco vai ter marinheiro sem navio, aviador sem avião e soldado do Exército sem equipamento para lutar. Nós precisamos investir nisso pensando no patrimônio, no Brasil, seja lá quem esteja no governo. As Forças Armadas defendem o país”, disse Múcio no começo de julho.







