Uma proposta inovadora busca criar cotas em universidades públicas e concursos federais para mães, avós ou tutoras que sejam cuidadoras primárias de pessoas com deficiência ou autismo. A ideia, que precisa de 20 mil assinaturas para se tornar uma sugestão legislativa, visa reparar a desigualdade enfrentada por essas mulheres, que muitas vezes se dedicam integralmente aos cuidados e acabam excluídas da vida acadêmica e profissional.
As cuidadoras primárias de pessoas com deficiência ou autismo enfrentam desafios únicos e significativos. Sem rede de apoio, elas se dedicam integralmente aos cuidados, muitas vezes sacrificando suas próprias vidas acadêmicas e profissionais. Essa exclusão pode levar a uma perda de autonomia e dignidade, afetando não apenas as cuidadoras, mas também as pessoas que elas cuidam.
Se aprovada, a medida pode ter um impacto significativo na vida de milhares de famílias que cuidam de pessoas com deficiência ou autismo. Além de promover a justiça social e autonomia, a medida pode contribuir para a inclusão e diversidade nas universidades e nos órgãos públicos.
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