As buscas pela brasileira Juliana Marins, de 26 anos, foram novamente interrompidas nesta segunda-feira (23) no vulcão Rinjani, na Indonésia. Segundo a família, a suspensão ocorreu às 16h no horário local (5h em Brasília), devido às más condições climáticas e à impossibilidade de operações noturnas. Três dias após o acidente, ainda não há informações precisas sobre o estado de Juliana, que caiu em um desfiladeiro entre 500 e 600 metros de profundidade e permanece sem resgate, em local de difícil acesso.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou publicamente, afirmando que o governo federal “segue trabalhando para o resgate de Juliana Marins”. O Itamaraty informou que a embaixada brasileira em Jacarta mobilizou autoridades locais no mais alto nível desde que foi acionada pela família, o que permitiu o envio das equipes ao local do acidente, em uma área remota da Ilha de Lombok, a cerca de quatro horas do centro urbano mais próximo.
A jovem tropeçou e caiu durante uma trilha na sexta-feira (20), pelo horário de Brasília. A família, que soube do acidente pelas redes sociais, afirma que vídeos divulgados com supostos avanços no resgate são falsos. Uma amiga relatou que Juliana está desaparecida há mais de 60 horas e continua escorregando pela encosta, reforçando o apelo por ajuda internacional diante da lentidão e das falhas na operação de resgate local.








