A agitação dos bastidores da política de Rio Largo não é novidade em 2025. Embora que a vitória de Carlos Gonçalves, sobrinho da esposa do ex-prefeito do município, Gilberto Gonçalves, era esperado uma temporada mais tranquila.
Informações internas dão conta de um documento falso, que seria a renúncia de Carlos Gonçalves como prefeito e também do seu vice, Peterson Henrique. Com os dois fora do jogo, o presidente da Câmara, Rogério Silva, assumiria a cidade por 90 dias, dando tempo suficiente para movimentações políticas em prol de um novo nome no poder.
Nesses três meses, os Gonçalves precisariam buscar um nome que tivesse força e intimidade com a família, na qual deseja manter o domínio dos Gonçalves no município, algo que sentem ter perdido com a gestão de Carlos, quando se mostrou muito autônoma, na visão de Gilberto.
Apesar dos planejamentos, especialistas em direito eleitoral apontaram que o falso documento não possui efeito jurídico. “Sendo assim, um documento forjado com a renúncia do atual gestor não terá validade no mundo jurídico”, explicam os profissionais.












