Os movimentos após a eleição de Hugo Motta (Republicanos) têm gerado grandes discussões entre o atual governo e líderes partidários, agravando o cenário político para o presidente Lula.
O deputado declarou recentemente que considera exagerado o período de oito anos de inelegibilidade para pessoas que não foram condenadas por corrupção.
Já o futuro líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), prometeu “muita batalha no campo da política”, afirmando: “Se o governo quer guerra, terá guerra. Se quiser diálogo, terá diálogo”.
Enquanto isso, Lula, em reunião com o PT, declarou que o “Lulinha paz e amor” ficou para trás, sinalizando uma postura mais incisiva. O clima de embate deve marcar os próximos meses na relação entre governo e oposição.