O deputado federal bolsonarista Carlos Jordy (PL/RJ) usou a cueca de um manifestante golpista como prova no pedido de impeachment do Presidente Lula.
O deputado alegou que “a forma de utilizar a calça, aparecendo a cueca, é típica vestimenta de revolucionários e não de cidadãos conservadores e patriotas”.
“Ocorre que o perfil característico dele destoa sobremaneira do perfil característicos dos cidadãos patriotas que ficaram 70 dias seguidos em manifestação, pois (1) vestia a camisa do Presidente, o que por consenso foi vedado nas manifestações; (2) tem duas passagens na polícia por tráfico de drogas, a qual o ex-presidente Jair Bolsonaro sempre combateu e cujos traficantes, sabidamente, são contra; (3) a forma de utilizar a calça, aparecendo a cueca, é típica vestimenta de revolucionários e não de cidadãos conservadores e patriotas”, alega o deputado no pedido de impeachment.
O documento foi apresentado hoje, 02, ao presidente da Câmara, deputado Arthur Lira. Nele, Jordy relaciona uma série de argumentos para demonstrar uma suposta omissão do presidente e dos ministros da Justiça, Flávio Dino, e da Defesa, José Múcio, em ações para evitar a invasão das sedes dos Três Poderes.







