O governador Paulo Dantas em seu 2º ano de gestão, vive uma situação aparentemente confortável, o chefe do Executivo estadual não tem oposição e nem mesmo é fiscalizado pelos deputados estaduais que compõem o legislativo, o que se vê é uma atuação de “compadres”, a junção dois poderes, tudo na base dos “acordos”.
O Governador e o presidente da Assembleia Legislativa são aliados de primeira hora, mas com certeza isso não é bom para o povo, já que desta amizade nasce o conforto da ausência de fiscalização, função precipua do Legislativo.
Quanto ao Ministério Público é visível a sua omissão, servindo apenas para sobrecarregar a Defensoria Pública do estado, em decorrência da falta de atuação. Já o Tribunal de Contas do estado, que supostamente deveria fiscalizar, nós só ouvimos falar quando eles publicam o orçamento do Estado e nomeia a cargo vitalício a esposa do Ministro Renan Filho, ou o pai do deputado estadual Bruno Toledo.
Diante da situação em que o estado se encontra na educação, saúde e uma taxa de 36,7% da população em situação vulnerável, é visível a falta que oposição e a fiscalização que faça frente ao governador Paulo Dantas.











