A gestão Paulo Dantas, tem início difícil em setores fundamentais, aSegurança Pública passa por um momento crítico, que assusta e amedronta os alagoanos. O aumento assustador de assassinatos é alarmante.
Após a divulgação pelo governador informando que os aprovados foram divididos em dois grupos, um com curso de formação previsto para abril e outro para dezembro, descomprimido promessa de campanha, que era a nomeação imediata, e pegou os candidatos de surpresa, a decepção foi grande.
Marcius Beltrão assumiu a educação, a demissão em massa e a falta de pagamento revoltaram os profissionais que já realizaram manifestações nesse sentido, e o caos na Educação, desde a última quinta-feira (26/1), profissionais da Educação de Alagoas foram surpreendidos com a triste notícia de que seus contratos foram reincididos e, o pior, que os pagamentos de Janeiro estariam comprometidos. Surpresos e decepcionados, profissionais realizaram protestos e com cartazes cobraram do governador o pagamento salarial. E revoltante que eles não tenham sido notificados de maneira prévia sobre essas decisões. Foram afetados cerca de 3 mil profissionais, entre eles, professores, merendeiras e serviços gerais.
Na saúde, o que estamos vendo são denúncias de médicos, enfermeiros e prestadores de serviço de todo o estado. Esse é outro setor que está na UTI no governo Dantas. A crise se espalha por todo o estado. Em vários hospitais, os profissionais estão há vários meses sem receber seus salários. Dias atrás, em Arapiraca, funcionários do Hospital Regional realizaram um protesto no centro da cidade. Na ocasião, eles denunciaram 3 meses de salários atrasados, além do décimo. Um descaso. Na saúde, a crise se espalha em vários municípios e hospitais chegam a suspender seus atendimentos. Nem as maternidades escapam. E o caso de União dos Palmares e a maternidade do Hospital São Vicente, que fechou as portas para o atendimento SUS. A falta de repasse dos recursos geram os problemas.











