Na manhã da última terça-feira (12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Hinsberg, mirando o tráfico de drogas e o desvio de um produto químico utilizado na fabricação de crack. O foco principal da investigação é a Anidrol, indústria química situada na Grande São Paulo, com o influenciador fitness Renato Cariani como sócio.
Renato Cariani, seguido por mais de 7 milhões, também está entre os alvos das buscas. Apesar de tentativas do Ministério Público e da PF para a prisão dele e de outros envolvidos, a Justiça não concedeu. Interceptações de mensagens entre Cariani e sua sócia, embora antigas, apontam para um conhecimento prévio do monitoramento policial, conforme revela o inquérito.
Uma das mensagens revela Cariani sugerindo “trabalhar no feriado para arrumar de vez a casa e fugir da polícia”. As autoridades enfatizam que, mesmo após chamado da Receita Federal para esclarecimentos sobre notas emitidas pela empresa, observou-se a continuidade da emissão de notas falsas. Diante dessas revelações, o influenciador negou qualquer envolvimento e alegou surpresa com a operação, reforçando que sua empresa é devidamente regulada.










