Na quinta-feira (24), professores e funcionários da rede estadual de ensino aderiram a uma greve por tempo indeterminado, reivindicando um aumento salarial de 14,95%. A mobilização, liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal), busca a valorização da educação pública e melhores condições de trabalho para os servidores. Apesar da greve, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) assegurou que as aulas nas escolas serão mantidas. No entanto, grande parte dos servidores aderiu à paralisação, enfatizando a importância da luta por condições mais dignas e justas para a categoria.
O presidente do Sinteal, Izael Ribeiro, afirmou que a greve não tem o intuito de prejudicar, mas sim de ressaltar a relevância da educação pública e da qualidade dos serviços prestados. Ribeiro explicou que a categoria está em busca de um diálogo efetivo com o governo, ressaltando que a pauta salarial já estava sendo discutida desde janeiro, mas não houve avanços por parte do governo estadual.
Em nota, a Seduc informa: “A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que, apesar do anúncio de paralisação feito pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), as aulas na rede estadual de ensino estão mantidas, já adotando todas as providências necessárias no sentido de se evitar prejuízos aos estudantes, considerando, inclusive, a necessidade de cumprimento dos 200 dias letivos em 2023. Esclarece, ainda, que o Governo do Estado já atendeu quase que a totalidade das reivindicações apresentadas pela entidade que representa a categoria, com quem segue dialogando a fim de assegurar uma política continuada de valorização dos servidores.”











