A jornalista Adriana Araújo fez críticas à atitude do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, após a morte da policial militar Gisele Alves Santana, investigada como feminicídio. Para ela, houve demora na manifestação pública por parte do chefe do Executivo estadual diante do caso.
Ela também apontou a ausência de posicionamento sobre situações que ganharam repercussão, como supostos privilégios concedidos ao acusado, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Outro questionamento levantado foi a rapidez na aposentadoria do oficial, além da falta de contato do governo com os familiares da vítima.
A jornalista ainda mencionou a demora na liberação da pensão para a filha da policial, afirmando que o processo só avançou após pressão da imprensa. Por fim, cobrou mais atenção às vítimas e criticou o que considera uma diferença entre o discurso oficial e as ações efetivas.








