Em vídeo divulgado pelo Instituto Biota de Conservação, um representante do órgão detalhou as informações do laudo que aponta que o elefante-marinho “Leôncio” foi vítima de agressões antes de morrer.
Segundo ele, a violência causou múltiplas fraturas, o que levou o animal a ser encontrado partido ao meio. A análise também indica que a mutilação ocorreu enquanto ele ainda estava vivo.
No vídeo, o representante afirma ainda que a hipótese de acidente com hélice de embarcação é considerada pouco provável, já que esse tipo de ocorrência costuma deixar cortes sequenciais, o que não foi identificado no corpo.
De acordo com o Biota, foram constatadas lesões profundas em regiões como costelas, fêmur e bacia, com indícios de que o animal foi atingido enquanto tentava se deslocar.
O caso segue sob investigação e é tratado como crime ambiental.












