O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que a ação militar contra o Irã conta com a “providência de Deus todo-poderoso”, ao defender a atuação das tropas americanas no conflito. Em discursos recentes, ele pediu que a população reze pela vitória e pela proteção dos զին militares, citando explicitamente a fé cristã.
Durante pronunciamento no Pentágono, Hegseth destacou o poderio das Forças Armadas americanas e associou a ofensiva a uma missão com respaldo moral e espiritual. A declaração ocorre em meio à escalada de ataques dos EUA e de Israel no Oriente Médio, o que tem gerado críticas pela utilização de argumentos religiosos em decisões de caráter militar.
A posição contrasta com apelos internacionais por cessar-fogo. O Papa Leão XIV voltou a defender o fim das hostilidades, afirmando que a violência não conduz à paz nem à justiça. Líderes religiosos e especialistas também questionam a associação entre fé e guerra, destacando a necessidade de separar crenças pessoais de decisões estratégicas em conflitos internacionais.







