O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, negou nesta sexta-feira (28) um pedido da CPI do Crime Organizado e manteve os sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt Participações, da qual o ministro Dias Toffoli é sócio. A comissão havia aprovado a quebra dos sigilos da empresa, mas a decisão foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes. O novo pedido buscava reverter essa suspensão, o que foi rejeitado por Fachin.
Na decisão, o presidente do STF afirmou que não cabe à Presidência revisar decisões individuais de outros ministros, destacando que não há hierarquia entre os integrantes da Corte. A empresa Maridt Participações esteve envolvida na venda de participações no resort Tayayá a um empresário ligado ao setor financeiro.







