Registros analisados pela Polícia Técnico-Científica de São Paulo indicam que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso por suspeita de matar a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, teria apagado mensagens do celular da vítima minutos após o disparo.
De acordo com a investigação, o WhatsApp da vítima foi acessado por volta das 8h, cerca de 30 minutos depois do tiro ouvido por vizinhos às 7h28.
Ainda segundo a apuração, o oficial tentou acionar a polícia entre 7h54 e 8h05 e chamou o Corpo de Bombeiros, alegando que a esposa teria tirado a própria vida.
A cronologia analisada aponta que as mensagens teriam sido apagadas enquanto a vítima ainda estava com vida. Gisele chegou a ser socorrida, mas morreu no Hospital das Clínicas.
Uma amiga relatou ter visto o último acesso da vítima no aplicativo e afirmou que recebeu áudios em que ela dizia temer pela própria vida.
O caso segue sob investigação.










