O pai do menino afirmou que Monique Medeiros tinha conhecimento das dificuldades que a criança enfrentava ao retornar para casa. Segundo ele, o garoto, Henry Borel, demonstrava medo, chorava e frequentemente dizia que não queria ir com a mãe.
De acordo com o relato, a criança apresentava sinais claros de apreensão e angústia sempre que precisava voltar para casa, o que já indicaria uma situação de sofrimento.
O pai também afirmou que, mesmo diante das suspeitas de agressões, nenhuma medida teria sido tomada para interromper o que ele descreve como um ciclo de violência.
Para ele, uma atitude mais firme poderia ter evitado o desfecho trágico envolvendo o filho.










