Segundo o promotor de Justiça responsável pelo caso, a vítima, dona Genilda, não se encaixava no perfil das outras pessoas assassinadas por Albino Santos Lima. A idosa foi morta em 2019, no bairro Chã da Jaqueira, em Maceió, enquanto levava o neto para a escola.
De acordo com o promotor, durante depoimento, Albino afirmou que se considerava um “justiceiro”. Ele teria dito que cometeu o crime porque havia consumo de drogas na casa da vítima, justificativa usada por ele para explicar o assassinato.







