O serviço de inteligência do Irã utilizou tintas térmicas para desenhar, no solo, silhuetas que simulavam caças F-14, em uma estratégia de despiste militar voltada a confundir sistemas de reconhecimento inimigos.
Imagens divulgadas pelos Estados Unidos mostram mísseis e bombas atingindo os alvos falsos, indicando que parte dos ataques teria sido direcionada às estruturas simuladas.
Enquanto os bombardeios atingiam os pontos identificados por satélite, a Força Aérea Iraniana transferiu seus aviões reais para hangares subterrâneos, numa tentativa de preservar sua frota e reduzir perdas diante das ofensivas aéreas.









