17 de fevereiro de 2026
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Entre a ciência e o samba: criadora da polilaminina curte Carnaval e desafia preconceitos

Considerada por muitos a mulher mais influente do país na atualidade, a pesquisadora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), voltou ao centro do debate público nos últimos dias. Responsável pelo desenvolvimento da polilaminina, uma proteína experimental capaz de estimular a reconexão de neurônios danificados, a cientista foi vista aproveitando o Carnaval, gesto que ganhou repercussão nas redes sociais.

Fruto de 25 anos de pesquisa, a polilaminina vem sendo apontada como um avanço promissor no tratamento de lesões neurológicas, colocando o Brasil em destaque no cenário científico internacional. Apesar disso, a presença da pesquisadora na folia despertou críticas de setores que associam o Carnaval à falta de compromisso e produtividade, visão frequentemente direcionada aos foliões.

Sem citar diretamente os ataques, Dra. Tatiana reagiu de forma indireta ao expor sua participação nas celebrações populares, reforçando a ideia de que lazer e excelência científica não são incompatíveis. A postura foi interpretada por apoiadores como uma resposta simbólica ao discurso de que quem festeja é “vagabundo”.