9 de fevereiro de 2026
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Mesmo preso, Silvinei Vasques é autorizado por Moraes a concluir doutorado por EAD

Brasília (DF) 20/06/23 Silvinei Vasques com olhar perdido. Silvinei Vasques, que foi diretor da Polícia Rodoviára Federal (PRF) durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, depõe à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Os parlamentares questionam sua responsabilidade na tentativa de atrapalhar o voto de eleitores simpáticos ao então candidato Lula usando bloqueios policiais nas rodovias do nordeste. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) dará continuidade aos estudos de doutorado na prisão, após Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizar. Vasques irá completar a pós-graduação na modalidade de EAD(Ensino a Distância).  Moraes também determinou que Silvinei siga preso na Papudinha, batalhão militar localizado no Complexo da Papuda, em Brasília.

Silvinei pediu transferência para um presídio em Santa Catarina para ficar mais próximo da família, porém alguns dias depois,  desistiu do pedido. Os advogados afirmaram que houve receio de que outro presídio pudesse não atendesse bem os requisitos de saúde solicitado. “Após a efetiva instalação do Requerente na unidade prisional conhecida como “Papudinha”, constatou-se que tais necessidades encontram-se plenamente atendidas, de modo que se revela desnecessária a sua remoção para o estado de Santa Catarina”.

O ex-diretor-geral da PRF está na papudinha desde dezembro, cumprindo prisão preventiva, após ser pego tentando fugir do país. Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica e se deslocou de carro de Santa Catarina ao Paraguai. As autoridades de imigração paraguaias prendeu ele após utilizar passaporte de outra pessoa para embarcar em um voo para El Salvador.