A defesa de dois dos quatro adolescentes investigados pela morte do cachorro Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, pediu cautela e responsabilidade na divulgação de imagens e informações sobre o caso. Segundo os advogados, os jovens representados não aparecem nos vídeos que circulam nas redes sociais e que supostamente retratariam o episódio.
Os advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte afirmam que não há vídeos que comprovem o momento dos supostos maus-tratos e destacam que a delegada responsável pelo caso, Mardjoli Valcareggi, informou que esse tipo de material nunca existiu. A defesa também alertou que a exposição dos adolescentes viola o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e tem provocado um “linchamento virtual” contra os jovens e suas famílias.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina e acompanhado pelo Ministério Público. Quatro adolescentes são suspeitos de envolvimento no crime, e mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências dos investigados, com apreensão de celulares e notebooks. As informações são do Estadão Conteúdo.









