A Polícia Civil afirmou que a morte de Johanisson Carlos Lima Costa, o “Joba”, de 33 anos, foi planejada desde dezembro e motivada pelo fim de um relacionamento. Segundo a delegada Tacyane Ribeiro, o mandante seria o ex-namorado da atual companheira da vítima, que não aceitou o término e nem a volta dela com Joba.
De acordo com as investigações, o crime foi encomendado por R$ 10 mil, sendo R$ 4 mil pagos antes da execução e o restante após o assassinato. Joba foi morto com um tiro na cabeça enquanto esperava um transporte para ir trabalhar, no bairro Santa Lúcia, em Maceió.
Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação. O atirador se aproximou de bicicleta, disparou na cabeça da vítima e fugiu em seguida na garupa de uma moto. Nenhum objeto foi roubado, descartando latrocínio e reforçando o caráter de execução.
Joba era coordenador da base do CRB e seguia para o CT Ninho do Galo quando foi atingido. A morte gerou grande comoção no futebol alagoano. O CRB suspendeu atividades das categorias de base e a FAF decretou luto oficial de três dias.
A polícia segue identificando envolvidos e pede que informações sejam repassadas anonimamente pelo Disque 181.









