Um novo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou que 60,11% da população de Alagoas passou a integrar as classes A, B e C, ou seja, famílias com renda superior a quatro salários mínimos entre 2022 e 2024, um aumento significativo em relação aos 48,2% registrados anteriormente.
“Isso mostra que o Brasil está voltando a crescer e que as políticas de inclusão e renda estão funcionando de verdade”, afirmou Cauê Castro em publicação nas redes sociais. Segundo ele, esse avanço é a prova de que “gente que antes estava no Bolsa Família hoje já faz parte da classe média e contribui para o desenvolvimento do nosso estado”.
O estudo aponta que esse salto na participação das classes de maior renda foi impulsionado principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito, o que evidencia, segundo Castro, que “política pública de verdade transforma vidas e gera oportunidades”.
Para Castro, “essa mudança não é estatística fria, mas a vida real de milhares de famílias alagoanas que conquistaram mais segurança econômica e dignidade”. Ele concluiu: “Alagoas cresce, o Brasil cresce, e nós estamos comemorando essa virada que coloca mais gente no centro da economia”.










