O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) articula uma brigada de apoiadores para ser enviada à Venezuela e defender o regime chavista diante de um ataque dos Estados Unidos. O movimento já tem, há mais de vinte anos, representantes no país em um programa associado ao governo venezuelano, com foco na produção de produtos orgânicos e na agricultura familiar.
A ideia agora é que sejam formados grupos para, segundo o próprio MST, “contribuir com a defesa da soberania do país e com o fortalecimento das comunas”. A iniciativa se insere em um pacote de medidas que o movimento prepara com o objetivo de manifestar solidariedade ao chavismo e pedir a libertação de Nicolás Maduro.
Uma delas, por exemplo, é a organização de um boletim diário chamado “Venezuela em Foco”, com informações verificadas sobre a conjuntura atual da Venezuela e, segundo o MST, para combater a desinformação acerca do país. Outra é um calendário de ações neste mês para debater a situação da Venezuela.
No dia 17 de janeiro, por exemplo, haverá a Plenária Nacional de Mobilização, com o tema “Liberdade para Maduro e Cília, já! Fora Trump da América Latina!”. Entre 19 e 23 de janeiro ocorrerão plenárias estaduais de mobilização para o dia 28 de janeiro, escolhido para ser o “Dia Continental de Mobilização, Liberdade para Maduro e Cília, já! Fora Trump da América Latina”






