O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, abriu a sessão plenária com críticas às sanções americanas e defesa do julgamento contra Jair Bolsonaro por tentativa de golpe. Ele afirmou que não há censura no Brasil e que o processo se baseia em provas documentais e confissões públicas.
Barroso classificou como injusta a punição ao Brasil, suas empresas e trabalhadores por decisões judiciais legítimas. Também defendeu os ministros que atuaram com coragem e independência, destacando o consenso nacional sobre a gravidade da tentativa de golpe e a importância de responsabilizar os envolvidos.
A menos de duas semanas de deixar a presidência da Corte, Barroso reforçou seu compromisso com a verdade dos fatos. Ele fez um apelo ao diálogo entre nações, ressaltando os laços históricos de amizade e a necessidade de compreensão mútua em nome da justiça.








