A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que 33 pacientes utilizem a substância experimental polilaminina fora dos estudos clínicos conduzidos pela professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tatiana Sampaio. A liberação ocorreu após decisões judiciais favoráveis ao uso do composto em caráter excepcional.
De acordo com a Anvisa, até a quarta-feira (11), foram registradas 59 decisões judiciais relacionadas ao pedido de acesso à substância. As autorizações concedidas envolvem casos de uso compassivo, mecanismo que permite a utilização de medicamentos ainda não aprovados quando pacientes enfrentam doenças graves ou não possuem outras alternativas terapêuticas.
Nesse tipo de situação, o tratamento pode ser disponibilizado fora dos estudos clínicos, desde que haja autorização das autoridades sanitárias. O processo normalmente depende de avaliação técnica e do cumprimento de exigências regulatórias específicas para garantir algum nível de controle e acompanhamento do uso do medicamento.
Segundo informações repassadas ao portal Poder360, os 33 pedidos autorizados foram apresentados pela farmacêutica Cristália, patrocinadora do estudo sobre a polilaminina. Após a solicitação, os pacientes foram incluídos no chamado Programa de Uso Compassivo, que viabiliza o acesso à substância de forma excepcional enquanto as pesquisas científicas seguem em andamento.











